Três mitos da preparação física de golfe

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  1. É exclusividade de atletas profissionais
Foto: divulgação

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É verdade que para se jogar golfe sem muitas expectativas, não é necessária uma preparação física excepcional. O golfista não precisa ser extremamente forte como um jogador de rugby, ou ágil como um boxeador, mas para se jogar golfe com qualidade e bom nível competitivo, independente da sua idade, ter força, flexibilidade, coordenação e velocidade é essencial.

Para os jogadores de golfe profissionais nem preciso dizer o quanto é importante ter cuidado com a parte física. Quando seu corpo é seu instrumento de trabalho é preciso cuidar dele como um empresário cuida de sua empresa. Devem ser 8 horas ao dia de dedicação dividido entre trabalho técnico, tático e físico e mental deveria ser parte da rotina de todo jogador profissional, mas isso é assunto para outro artigo.
O jogador amador tem muitos benefícios do treinamento físico especializado. O treinamento físico aliado ao técnico é o caminho mais certo para a performance em campo. Ser mais forte, mais veloz, mais coordenado e consciente de sua postura vai te fazer um melhor jogador pois vai te ajudar a:
  • Realizar um swing com melhor técnica
  • Conseguir jogar 3 dias de torneio sem se cansar
  • Andar um campo cheio de ladeiras sem estragar seu resultado
  • Não sofrer com dores lombares pós jogo por não conseguir manter uma postura boa por 5 horas
  • E sem dúvida, vai te ajudar a ter aquela sonhada vantagem de 10 a 15 jardas sobre seus colegas de jogo
 2. O golfista não pode ficar forte pra não perder flexibilidade
Foto: divulgação

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Um dos mitos mais difíceis de convencer o jogador é que ser mais forte e mais potente não significa perder flexibilidade. O treinamento com pesos, principalmente pesos livres como o kettlebell, as polias ou a barra de levantamento de peso olímpico, trazem inúmeros benefícios ao jogador de golfe que procura um swing mais estável e com maior distância.

 A potência nada mais é do que a capacidade de realizar um trabalho (leia-se levantar um peso) com velocidade. Pois bem, como podemos trabalhar a potência se não é levantando pesos? Porém, o trabalho de força e potência não pode excluir o de flexibilidade,  se você não alongar seus músculos, eles vão ficar mais encurtados independente do exercício que realiza no dia a dia, mas não pode ser usado como desculpa para evitar pesos na academia.

Vejamos por outro lado, uma menina com muita flexibilidade mas zero de força e potência não é sinônimo de um bom swing. O truque está no equilíbrio, entre força, potência e mobilidade.

  1. É um treinamento complicado e fora do alcance do jogador comun

Hoje em dia existem vários profissionais qualificados no mercado para atender o publico golfista. O treinamento do golfista não precisa ser complicado ou utilizar equipamentos especiais. Precisa sim ser baseado nas necessidades de cada um e para isso uma avaliação funcional é necessária para conhecer os pontos fortes e fracos de cada aluno para poder elaborar um programa que vai trazer os maiores benefícios sem riscos de causar lesão.

Mas existem alguns pontos que sempre devem ser levados em conta:

  • Utilizar pesos livres onde o aluno aprende a manter a postura neutra ativamente e a controlar aceleração  desaceleração
  • Trabalhar em todos os planos de movimento com variedade para maior ganho coordenativo
  • Aplicar a técnica de movimento em exercícios variados para aumentar a compreensão do movimento e da geração de potência
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